Floricultura Av. Paulista | Floricultura Brooklin |
Floricultura Vila Mariana | Floricultura Itaim Bibi | Floricultura Morumbi | Floricultura Pinheiros | Floricultura Moema | Floricultura Higienópolis | Floricultura
Mooca | Floricultura
Campo Belo | Floricultura
Jardins | Floricultura
Pacaembu | Floricultura
Penha | Floricultura
Vila Madalena | Floricultura
no Tatuapé | Floricultura Vila Olímpia | Floricultura
Liberdade | Floricultura
Paraíso | Floricultura
Bixiga | Floricultura
Anália Franco |
Floricultura Butantã | Floricultura
Barra Funda | Floricultura
Santo Amaro |
Floricultura Lapa | Floricultura
Centro sp |
Floricultura Perdizes |
Floricultura Guarulhos
|
Floricultura Santa Cecília | Floricultura Jardim Paulista
|
Floricultura Jardim Paulistano | Floricultura Aclimação | Floricultura Saúde | Floricultura Bela Vista
|
Floricultura Faria Lima |
Floricultura Cambuci |
Floricultura Consolação | Floricultura Freguesia do Ó
|
Floricultura Jardim Guedala | Floricultura República | Floricultura Ipiranga | Floricultura São Bernardo do Campo
- SBC |
Floricultura São Caetano do Sul - SCS | Floricultura Santo André
A vila de (São Paulo sp) de Piratininga teve início em 25 de janeiro de 1554 com
a construção de um colégio jesuíta, pelos padres Manuel da Nóbrega e José de Anchieta,
entre os rios Anhangabaú e Tamanduateí. Tal colégio, que funcionava num barracão
feito de taipa de pilão, tinha por finalidade a catequese dos índios que viviam
na região. O povoamento da região teve início em 1560, quando, por ordem de Mem
de Sá, governador-geral da colônia, mandou a população da vila de Santo André da
Borda do Campo para os arredores do colégio, denominado "Colégio de São Paulo de
Piratininga" – o nome foi escolhido porque dia 25 de janeiro a Igreja Católica celebra
a conversão do apóstolo Paulo de Tarso. Desta forma, a vila de Santo André da Borda
do Campo foi extinta, e São Paulo foi elevada à categoria de vila. São Paulo
permaneceu, durante os dois séculos seguintes, como uma vila pobre e isolada do
centro de gravidade da colônia, que se mantinha por meio de lavouras de subsistência.
O auge do período do café é representado pela construção da segunda Estação da Luz
(o atual edifício) no fim do século XIX. Neste período, o centro financeiro da cidade
desloca-se de seu centro histórico (região chamada de "Triângulo Histórico") para
áreas mais a Oeste. O vale do Rio Anhangabaú é ajardinado e a região do outro lado
do rio passa a ser conhecida como Centro Novo. Os melhoramentos realizados na cidade
pelos administradores João Teodoro e Antônio Prado contribuem para o clima de desenvolvimento:
estudiosos consideram que a cidade inteira foi demolida e reconstruída. Com o crescimento
industrial da cidade, no século XX, a área urbanizada da cidade passou a aumentar,
sendo que alguns bairros residenciais foram construídos em lugares de chácaras.
O grande surto industrial se deu durante a Segunda Guerra Mundial, devido à crise
na cafeicultura e às restrições ao comércio internacional, o que fez a cidade ter
uma taxa de crescimento muito elevada até os dias atuais. Atualmente, o crescimento
de São Paulo vem se desacelerando, devido ao crescimento industrial de outras
regiões do Brasil, e o perfil da cidade vem se transformando de uma cidade industrial
para uma metrópole de comércio, serviços e tecnologia, sendo que hoje é, por muitos,
considerada a mais importante metrópole da América Latina. Floriculturas,
padarias, lojas, bares, etc, hoje fazem parte da fotografia desta cidade tão antiga
e tão querida de seus moradores.
|