11 2626037699974-0597

Flores - As Jóias da Natureza

Violeta Africana

Violeta Africana

Herbácea perene, acaule, originária da África tropical, de 15-20 cm de altura, com folhas em roseta, aveludadas, frágeis, carnosas e ornamentais.
O florescimento é contínuo durante o ano todo. Da hibridação e melhoramento surgiram variedades que produzem flores de diversas cores, como brancas, róseas, roxas e bicolores.
Geralmente é cultivada em vasos e jardineiras mantidos em lugares protegidos do sol direto, mas com muita luminosidade indireta ou difusa. Os vãos devem ser ricos em húmus, com drenagem perfeita, evitando qualquer excesso de umidade. Planta de origem tropical, não tolera baixas temperaturas e geadas.
É multiplicada principalmente por enraizamento das folhas, com pedaço do seu pecíolo, em ambiente protegido de ventos e chuvas.


Mini Violeta

Herbácea acaule, entouceirada, muito florífera, de menos de 15 cm de altura. Trata-se de híbrido complexo originado do cruzamento entre as espécies Saintpaulia Ionantha H. Wndl. (Violeta Africana) com S. shumensis B.L.Burtt e S. magungensis E. P. Roberts da África.
Flores simples ou dobradas, reunidas em inflorescências curtas. Ocorrem diversas cultivares: Dancing Doll, de flor rósea dobrada; Pink Win, rósea simples; Squirt, branca dobrada Pixie Blue, roxa simples e Mini Blue, roxa dobrada.
Cultivada em vasos, mantidos em lugares protegidos do sol direto, mas com muita luminosidade indireta. Os vasos devem ser ricos em substrato com base orgânica, com drenagem perfeita, evitando excesso de umidade. É sensível ao frio.
Multiplica-se pelo enraizamento das folhas, preferencialmente em estufa.


Violeta Alemã

Herbácea bienal, muito ramificada a partir da base, geralmente com ramos quadrangulares, de 30-60 cm de altura, originária do Lêmen (Socotra). Folhas opostas, elípticas, de superfície cerosa marcada por três nervuras.
Inflorescência terminal nos ramos enfolhados, bifurcada, com flores de corola com cinco divisões expandidas, perfumadas, azuis ou brancas, dotadas de anteras centrais amarelas destacadas, formadas no verão. Há a cultivar registrada como Florepleno, de flores dobradas.
Cultivada em vasos, em grupos ou renques, em canteiro de terra previamente adubada e enriquecida com matéria orgânica. Não é raro vê-la cultivada em jardins como planta anual, principalmente no sul do país.
Multiplica-se por sementes no fim do inverso e na primavera.


Violeta Asiática

Herbácea rizomatosa, entouceirada, de crescimento baixo, com folhagens e florescimento decorativos, de 20-30 cm de altura, proveniente da Tailândia, Burma e Malásia. Folhas largas, corrugadas, marcadas pelas nervuras, verde-escuras com manchas arroxeadas ao longo da nervura principal, seguida de faixa estreita cinza prateada.
Inflorescência em espiga simples, originada da base da touceira, com flores rosa arroxeadas, formadas na primavera – verão. No outono – inverno as folhas desaparecem para ressurgirem depois juntamente com as flores.
Cultivada em vasos, ou formando grupos em canteiros fertilizados com húmus, a meia-sombra, mantidos umedecidos. Não tolera o frio.
Multiplica-se por divisão.


Violeta Européia

Herbácea acaule, perene, pubescente, estolonífera, de folhaem ornamental, orginária do continente europeu, África e Ásia ocidentais, com 20-25 de altura. Folhas simples, orbicular- cordiformes e levemente serrilhadas.
Flores longo – pendunculadas, azul escuras, perfumadas, secundária em nosso clima. Ocorrem também formas de flores brancas (Viola Odorata Fo, Albiflora), róseas ou dobradas, produzidas durante o inverno – primavera.
É cultivada a meia – sombra, em maciços ou bordaduras, em canteiros de terra rica em matéria orgânica e mantidos sempre úmidos. Aprecia o frio, sendo indicada para o sul do país.
Multiplica-se por divisão da touceira ou pelos estolões já enraizados.


Violeta Filipina

Herbácea perene, muito ramificada, proveniente da Índia, de 0.90 a 1,20 m de altura, com folhagem ornamental. Folhas ovalado-alongadas com pilosidade rígida.
Inflorescências curtas com flores em forma de funil, de cor rosa – arroxeada. Formadas durante quase o ano todo, principalmente na primavera e verão.
É cultivada a pleno sol ou a meia sombra em jardineiras, vasos, bordaduras ou conjuntos com terra estercada, de boa drenagem e irrigada periodicamente. Não tolera baixas temperaturas, sendo mais adequada pra regiões tropicais.
Multiplica-se com relativa facilidade por estacas, as quais enraízam melhor quando cortadas no final do inverno e postas a enraizar sob estruturas de proteção (estufas).
Também pode ser multiplicada na maior parte do Brasil através de suas sementes, que germinam com facilidade.


Violeta Rasteira

Herbácea perenifólia, estolonífera, cespitosa, de ramos prostrados, formando denso tapete de 10 cm de altura sobre o solo à semelhança de um gramado, originária da Austrália. Folhas simples, membranáceas, reniformes ou espatuladas, de até 3,5 cm de comprimento, com as margens lisas ou levemente serrilhadas.
Flores solitárias, longo-pendunculadas, de pétalas calcaradas ou não, de cor azul-violeta claras ou brancas, suavemente perfumadas, produzidas principalmente durante o verão.
Planta muito vigorosa e rústica, cultivada preferencialmente a meia-sombra, visando formar maciços ou bradaduras, em canteiros de terra rica em matéria orgânica e mantidos sempre úmidos. Aprecia o frio, sendo mais indicada para regiões subtropicais.
Multiplica-se facilmente por divisão da touceira ou pelos estolões já enraizados




Dálias

Grande grupo semi-herbácio de híbridos, de raízes tuberosas, de 0,20 – 1.50 m de altura, de caule ereto e de folhas espessas e compostas.

As Flores são reunidas em capítulos pequenos ou grandes, simples ou dobrados, de cores e formas variadas, muito vistosas. Existem centenas de cultivares. Florescem principalmente no verão.

Cultivada isolada, em grupos, na composição de conjuntos isolados, bordadura, em canteiros de solo bem drenado e rico em matéria orgânica. Tolera temperaturas baixas entrando em repouso no inverno.

Multiplica-se por divisão de raízes tuberosas acompanhadas de um segmento do caule. Estas devem ser limpas e guardadas para plantio no fim do inverno ou primavera. São multiplicadas também por estacas-ponteiro no verão.

Sendo originária do México, onde é muitíssimo popular. Os índios daquela região foram os primeiros a cultivar dálias, ainda no período do império Asteca. Por volta do final do século XVIII, o diretor do Jardim Botânico de Madrid encantou-se com a flor, durante uma visita ao México. Foi o suficiente para que a dália atravessasse o oceano e chegasse à Europa, onde se adaptou muito bem ao clima temperado.

Foi o botânico sueco Anders Dahl, responsável pela expansão das dálias pela região nórdica da Europa, que inspirou o nome da flor. Os holandesese os franceses foram os maiores incentivadores do cultivo e da produção de inúmeras espécies híbridas de dálias. Os imigrantes holandeses contribuíram para a propagação desta flor no Brasil. Hoje, entre naturais e híbridas, existem mais de 3000 variedades, com uma diversificação de formas, cores tamanhos e adaptações a diferentes condições.

Apesar de genericamente usar-se o termo "bulbo" para designar a estrutura subterrânea usada como um dos meios de reprodução das dálias, o correto é dizer que as dálias se reproduzem por meio de tubérculos, que são caules modificados em forma de raiz, arredondados, hipertrofiados, que acumulam substâncias de reserva (amido). Os tubérculos apresentam saliências denominadas olhos ou brotos (gemas). Em relação ao cultivo e comportamento, o tubérculo é muito semelhante ao bulbo. Outras plantas que se reproduzem por meio de tubérculos são batata-inglesa, cará, inhame e caládio ou tinhorão e dália.

• Reprodução: por meio de sementes, estaquia das pontas dos ramos ou divisão das raízes tuberosas; sendo que esta última permite a propagação de um exemplar com características idênticas às da planta-mãe.
• Substrato ideal para o plantio: 2 partes de terra comum, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de areia
• Clima ideal: ameno
• Luminosidade: em locais de clima frio, precisa de no mínimo 4 horas de sol pleno; já em clima quente, recomenda-se o cultivo à meia-sombra
• Regas: manter o solo sempre húmido, sem encharcar
• Floração: produz flores isoladas na primavera e no verão, em várias cores • Cuidados: necessita de proteção contra ventos e adubação orgânica a cada três meses




Lírios

Lírio São José - Lírio de um dia
Herbácia rizomatosa, perene, acaule, da Europa e Ásia, com 40-60 cm de altura, de folhas basai, linares e estreitas.
Inflorescências eretas, com poucas flores de cor amarelo, vermelho, branco, laranja e rosa, simples ou dobradas, formadas fdurante grande parte do ano, principalmente no verão.
É cultivada com frequência com H. fulva., cujas flores são alaranjadas. Atualmente um grande número de variedades híbridas está reunido sob o nome de H. hybrida Hort. de flores em tons variados de amarelo, alaranjado marrom e rosa.
É uma planta adequada para bordaduras ou conjuntos isolados, a pleno sol, com terra rica em matéria orgânica. Tolera ao frio. Multiplica-se pela divisão de touceira.


Significado do lírio
No catolicismo, esta flor é símbolo da Virgem Maria. São Bernardo, no século XII, associa a Santíssima Virgem com a amada do Cântico dos Cânticos: "eu sou o lírio dos vales" (Ct 2, 1). O próprio personagem deste livro, que o cristianismo comumente aplica a Jesus Cristo e, em extensão, a Deus, também chama a Amada, lírio: "Como o lírio entre os espinheiros é minha amada entre as jovens" (Ct 2,2); ainda de acordo com São Bernardo, a Santíssima Virgem Maria é "!lírio de castidade inviolada": A cor branca das dessas flores remetem a pureza daquela que é imaculada desde sua concepção, e as três pétalas simbolizam a tríplice virgindade da Mãe de Deus, antes, durante e após o parto. Por esta razão, abundam representações artísticas do lírio em obras da Anunciação. De acordo com Santa Gertrudes, o símbolo trinitário do lírio também reflete a ação tripla de Deus na "cheia de graça": Maria é o lírio branco da Trindade, pois é filha do Pai, mãe do Filho, e esposa do Espírito Santo. Devido a esta revelação, católicos tradicionalistas invocam a Virgem Maria com a saudação: Salve Lírio Branco da Trindade, Rosa brilhante que embeleza o céu.
Na corrente de pensamento chinês Feng Shui, os lírios representam o verão e a fartura, e significam o amor eterno e também significam a pureza.

Como cuidar de Líros
Necessitam de muita luz solar e substrato com bom escoamento. Plantando diretamente no solo, observe a região do seu jardim que costuma secar mais rápido depois da chuva. Esse será o local ideal.
É preciso muita luz solar pelo menos em metade do dia. Lírios plantados na sombra tendem a crescer disformes, pois a planta começa a pender para as áreas mais incidência de luz.
Ao adquirir os bulbos prontos para o plantio e eles devem ir para a terra imediatamente depois de comprá-los para garantir uma boa floração. Se não puder fazer isso de imediato, deixe-os na geladeira para evitar que brotem.
Faça buracos no solo com cerca de 10 a 15 cm de profundidade e com um espaço de 15 cm entre um e outro. Jogue um pouco de farinha de osso no fundo do buraco e os bulbos por cima. Regue imediatamente para incentivar o crescimento do bulbo.
Se você receber um buque de lírios, basta deixar as flores sempre com agua limpa (troca diária).



Rosas Colombianas

Um pouco de História.
Um grande e considerável número de flores entregues em datas comemorativas como no Dia dos Namorados (cerca de 200 milhões de hastes no total), crescem na América do Sul, em Bogotá - Colômbia, uma terra agraciada por 12 horas de luz solar natural, uma altitude de 2.400 metros e abundância de mão de obra. São milhares de hectares de estufas, algumas do tamanho de vários campos de futebol, que estão abarrotadas de hastes das mais belas rosas do mundo. Após as suas colheitas, elas ficam em salas de refrigeração para depois serem  embalados com outras flores e colocadas nos aviões - 1,1 milhão de cada vez - para serem vendidas nos Estados Unidos, Canadá, Brasil entre outros países.

É a alta temporada para uma grande indústria colombiana, que envia mais de 4 bilhões de flores só para os Estados Unidos ao ano - cerca de uma dúzia para cada residentes do país. A indústria colombiana floresceu graças a um esforço dos EUA para interromper o tráfico de cocaína, à expansão dos acordos de livre comércio e à demanda incansável dos consumidores americanos por rosas baratas.

Essa transformação demonstra a eficiência da globalização: em 27 anos, a força do mercado e as decisões tomadas em Washington remodelaram os negócios das rosas nos dois continentes. A indústria americana de flores viu sua produção de rosas cair cerca de 95%, caindo de 545 milhões para menos de 30 milhões.

Um declínio que o atual presidente Trump vem criticando enfaticamente. Trump, que recentemente tomou medidas contra vendedores estrangeiros de painéis solares e máquinas de lavar roupa, por exemplo, está agora considerando tarifas sobre aço e alumínio, bem como uma retirada do Acordo de Livre Comércio da América do Norte. Essas são mudanças que atingirão profundamente a economia americana. O atual presidente prometeu ainda, uma premissa “América Primeiro” sem remorso, o que alguns produtores de flores dos EUA esperam que possa trazê-los de volta à corrida do Dia dos Namorados com suas próprias produções nos EUA.

Mas a indústria das rosas oferece um lembrete impressionante de por que é tão difícil reverter as relações econômicas entre os países. Onde costumava enfrentar violência e corrupção horríveis, a Colômbia criou uma indústria que produz rosas mais rápido e mais barato do que em qualquer lugar dos Estados Unidos - e pode até levá-las a muitos varejistas dos EUA mais rápido do que os produtores do próprio país Rosas são criadas e reinventadas!

Os colombianos nem celebram o Dia dos Namorados, mas entre os produtores de flores, o feriado estrangeiro pode representar cerca de 20% da receita anual. E nos Estados Unidos, gigantes corporativos, como o Walmart e seus concorrentes, substituíram os floristas como vendedores de rosas, pedindo flores em massa para consumidores que têm pouco interesse em pagar o custo de uma rosa cultivada no país.

O volume do comércio de rosas é de tirar o fôlego. Nas três semanas que antecedem o Valentine´s Day de fevereiro, 30 jatos de carga fazem a viagem da Colômbia a Miami todos os dias, com cada avião carregando mais de um milhão de flores. No Brasil, pela alta do dólar estamos importando menos rosas colombianas, mas para o nosso Dia dos Namorados, que corresponde a 12 de Junho, a quantidade de rosas importadas continua sendo bem expressivo.

Tanto em de Miami, quanto em São Paulo, as flores são carregadas em caminhões refrigerados - são necessários muitos por dia - e de lá muitos vão para os armazéns no sul de todo o país, onde é feita a distribuição.

Quando as flores deixam as fazendas de Bogotá, as caixas de papelão onde as rosas estão contidas, são seladas na parte de trás dos caminhões para evitar que alguém adultere a entrega.  Quando chegam a Miami, São Paulo e outros destinos, toda a carga é radiografada para evitar contrabando de drogas e quaisquer outros tipos de contrabando.

Muitos representantes do governo e da indústria dos EUA dizem que a lei de 1991 ajudou a cultivar negócios colombianos legítimos, particularmente fazendas de flores, conectando-os à economia global.

Como cuidar das rosas colombianas:
1) Corte as hastes em diagonal para facilitar a absorção da água.
2) Não deixe as folhas dentro da água. Corte-as com cuidado e cuide para que apenas as hastes estejam submersas, pois as folhas apodrecem facilmente e favorecerão a proliferação de bactérias.
3) Borrife água nas pétalas das flores, no começo ou no final do dia, e troque o líquido do vaso a cada dois dias. Jamais exponha as flores úmidas ao sol.
4) Para melhorar a qualidade: coloque um conservante floral na água ou 1 pitada de açúcar, ½ col. (café) de água sanitária e 1 aspirina infantil para cada litro de água. 
5) A cada troca de água corte 1 centímetro da base dos talos novamente



Flor de Lótus

As flores, além de belas, remetem ao carinho e amor e geralmente tem um significado implícito. Assim sendo, a Flor de Lótus simboliza a pureza espiritual, perfeição, sabedoria, paz, sol, prosperidade, energia, fertilidade, nascimento, renascimento, sexualidade e sensualidade.

O lótus (padma), também conhecido como lótus-egípcio, lótus-sagrado ou lótus-da-índia, é uma planta aquática que floresce sobre a água.

Essa flor é um dos símbolos mais ilustrativos do Budismo, religião em que ela representa o coração fechado, o qual após desenvolver as virtudes de Buda, se abre. Assim, Buda é também representado sentado nessa flor, de modo que ela é considerada o seu trono. A água lodosa que acolhe a planta é associada ao apego e aos desejos carnais, e a flor imaculada que desabrocha sobre a água em busca de luz é a promessa de pureza e elevação espiritual.

A tradicional flor de lótus é representada com oito pétalas que se relacionam com as oito direções do espaço. Sendo um símbolo da harmonia cósmica, aparece com frequência nas mandalas.

Nas religiões asiáticas, a maior parte das divindades existentes, costuma surgir sentada sobre uma flor de lótus durante o ato de meditação.

Na literatura clássica de muitas culturas asiáticas, a flor de lótus simboliza elegância, beleza, perfeição, pureza e graça, sendo frequentemente associada aos atributos femininos ideais.

A flor de lótus representa um mistério para a ciência,pois a mesma não consegue explicar sua característica própria de repelir microorganismos e partículas de pó.

É uma flor muito usada em tatuagens com diferentes significados associados a cada cor da flor. No Japão esta flor é muitas vezes tatuada em conjunto com o peixe koi, significando individualidade e força.

Na Yoga, a posição de Lótus (Padmásana) é a postura tradicional de meditação, em que a pessoa sentada entrelaça as pernas e pousa as mãos sobre os joelhos.

Lótus e o significado de suas cores
Lótus Azul: remete para o triunfo do espírito em relação aos sentidos, significa sabedoria e conhecimento. Esta flor nunca revela o seu interior, porque está quase sempre totalmente fechada.
Lótus Branca: está relacionada com a perfeição do espírito e da mente, estado de pureza total e natureza imaculada. Normalmente é representada com 8 pétalas.
Lótus Vermelha: revela a candura e natureza original do coração. Esta flor corresponde às qualidades do coração, como o amor, paixão e compaixão. É também conhecida como a flor do Buda da Compaixão, Avalokitesvara.
Lótus Rosa: apesar de muitas vezes ser confundida com a flor de lótus branca, a lótus rosa é a mais importante e especial de todas as lótus, estando relacionada com personagens divinas, como é o caso do Grande Buda, e por isso a Flor de Lótus rosa é mais significativa para o Budismo.

Simbolismo nas Diferentes Culturas
No Budismo, a flor de Lótus fechada ou em botão é um simbolismo das infinitas possibilidades do Homem, enquanto que a flor de lótus aberta representa a criação do Universo. Na Índia, a flor de Lótus simboliza o crescimento espiritual representado por aquela que surge da obscuridade para desabrochar em plena luz. Na mitologia hindu, o lótus dourado aparece na mão esquerda do Buda, simbolizando a pureza e o esclarecimento. Além de Buda, muito deuses da mitologia hindu se relacionam com essa flor. São exemplos, Brahma (o criador), que nasce do umbigo de Vishnaemergindo num lótus de mil pétalas, ou Surya (o deus do sol), retratado com duas flores de Lótus simbolizando o esclarecimento.

Já na mitologia grega, os Lotófagos eram um povo que vivia numa ilha perto do Norte de África e que como o nome indica, comiam plantas e flores de lótus. Estas plantas têm o efeito de um narcótico que causa um sono pacífico e também amnésia a quem as ingerir. Na Odisseia de Homero, existe um episódio em que três homens são enviados para a ilha de forma a investigá-la. No entanto, por comerem as flores de lótus como os restantes habitantes, esquecem que têm que voltar para o barco. Mais tarde, Ulisses consegue resgatar os homens e teve mesmo que os amarrar ao navio para que eles não voltassem para a ilha. Através desta história, Homero demonstra toda a sua criatividade e conhecimento a respeito do ser humano, porque a amnésia causada pela flor de lótus é uma coisa que muitas pessoas desejam: a possibilidade de começar de novo, de renascer e apagar o passado.

Venerada também em muitos outros lugares como China, Japão e Egito, durante muito tempo a flor de Lótus simbolizou criação, fertilidade e, sobretudo, pureza. Isto porque essa bela flor emerge das águas sujas, turvas e estagnadas. Além disso, representa a beleza e o distanciamento pois cresce sem se sujar nas águas que a envolvem (a raiz está na lama, o caule na água e a flor no sol). Na crença hindu, simboliza a beleza interior: "viver no mundo, sem se ligar com aquilo que o rodeia". No Egito, essa flor atípica simboliza a "origem da manifestação", ou seja, o nascimento e o renascimento. Isto porque ela abre e fecha consoante o movimento solar e, ademais, está relacionada com os deuses Nefertem e Re. O lótus azul era venerado pelos faraós do Egito por possuir características sagradas e mágicas associadas ao renascimento.



Cymbidium

Angiospermae - Orchidaceae

Grupo numeroso de orquídeas epífitas e terrestes, rizomatosas, originárias da Ásia tropical e temperada, abrangendo inúmeras formas hibridadas relultantes de trabalhos hortícolas de melhoramento. Pseudo bulbos ovóides, com folhas coriáceas.

Inflorescência formada a partir da base, ereta, longa, com flores numerosas em comres variadas e inúmeras tonalidades, formadas principal ente durante a estação da primavera.

Cultivada em vasos preenchidos com fibra de xaxim ou terra orgânica leve, bem como para produção de flor de corte, sob telados ou proteção de estufas. Desenvolve-se melhor em regiões de altitude de temperaturas amenas.

Multiplica-se por divisão da planta, com a muda acompanhada de dois ou mais pseudobulbos, evitando prejudicar tanto quanto possível as raízes.



Kalanchoe - Calandiva

Kalanchoe Globulifera Angiospermae - Crassulaceae

Também conhecida como Calancoê, calanchoê e Flor-da-fortuna

Herbácea suculenta, perene, ereta, muito floríera, originária de Mandagascar, com 20-30 cm de altura, ramificada mas compacta. Folhas ovaladas, carnosas, glabras de margens denteadas.

Inflorescências terminais, ramificadas, contendo numerosas flores vermelhas, róseas, amarelas ou alaranjadas, muito ornamentais e bastante duráveis.

Pode ser cultivada em vasos, jardineiras, em bordaduras ou conjuntos isolados, com terra rica e bem drenada, evitando desta forma o excesso de umidade, sempre a pleno sol. Aprecia temperaturas amenas de inverno, porém não resiste a geadas.

Quando decai o florescimento a planta é tratada como anual, com a formação de novas mudas por sementes, pois a multiplicação por estacas e por folhas não resulta em mudas perfeitas.



Craspédia

Craspediae Globosa

A propagação por sementes é considerada rápida e fácil. Semear de preferência na primavera ou no verão. Polvilhe sementes sobre o solo e cobra apenas as sementes. Mantenha úmido sem encharcar. Demora cerca de 1 a 3 semanas para as sementes germinar, uma vez que as mudas tenham uns 15 cm, plante escavando buracos da mesma profundidade e duas vezes a largura da raiz e plante as mudas, espaçamento de 30 cm.

Lugar - Se recomenda seu cultivo a pleno sol, mas em áreas muito quentes, é melhor sombra parcial, sem sol nas horas mais quentes do dia, mas sempre com um mínimo de 6 horas diárias de sol.

Solo - A Craspedia cresce em todos os tipos de solo, excepto ácidos e não há outros requisitos especiais. Os solos tem que ser bem drenados.

Irrigação - Cresce bem em solos bastante seco mas frescos, então é melhor molhar apenas quando você encontrar a superfície bem seca,e usas uma camada de palha ou cascas para manter o solo fresco.

Cuidados - A Craspedia é uma planta de baixa manutenção e não exigem cuidados especiais.

Adubação - Se recomenda o uso de nosso fertilizante orgânico Milagre.

Pragas e doenças - São flores resistentes às doenças e raramente atacadas por algumas pragas como ácaros, caracóis e lesmas.

A Craspédia é muito utilizada em floriculturas por sua forma globular e a cor amarelo vibrante.



Curcúma Alismatifolia

Gagnep Angiospermae - Zingberaceae

Também conhecidas como Açafrão da Cochinchina

Herbácea ereta, rizomatosa, pouco entouceirada, decídua no inverno, originária da Conchinchina, de 40-60 cm de altura, de folhagem e florescimento decorativos. Folhas marcadas pelas nervuras paralelas, lisas, de cor verde-azulada com uma faixa arroxeada ao longo da nervura central.

Inflorescências em espigas terminais, localizadas sobre escapo floral rígido e longo que as dispôe bem acima da folhagem, com brácteas de cor rósea-lilás protegendo flores de cor lilás, formadas durante os meses de verão.

Planta de introdução recente no país, é adequada principalmente para produção de flores de corte e para formação de maciços em canteiros a pleno sol ou a meia sombra, bem estercados e irrigados com frequência. Não tolera geadas.

Multiplica-se por rizomas, separados no inverno e plantados na primavera.



Clique para ver se entregamos no local
Insira cep da entrega para consultar: Frete e Prazo de entrega